Umha reflexão demasiado rápida e que, obviamente, sei que precisa de muitas matizações, mas aí a deixo.

A vitoria da esquerda está mui difícil. E desde logo não ajudam essas elites que estão convencidas de que o seu  principal inimigo é o que está ao seu carão, “comendo-lhe” o espaço político (que por definição parece que é  dessa elite e não de todos os que estamos nesse espaço).

Umhas elites que (como vimos lamentavelmente na Galiza com Podemos-IU quando destroçou En Marea em  canto não a puido controlar) são capazes de destroçar o espaço comum com tal de destruir ao do lado (e de  passo as esperanças de muitos e a necessidade de todos de ganhar, de avançar cara a umha sociedade melhor e  de cortar o avance do fascismo).

Vemo-lo de novo no lamentável espetáculo de Andalucia. Sabem todos a urgência da união, mas parecem  incapazes de mirar mais alo do seu embigo, da sua cota de poder (não vejo problemas ideológicos sérios que  impidam a unidade).

Quando muitos falavam de “não nos representam” também se referiam a essa elites e lamentavelmente muitos  não as vão votar (Eu si votaria e chamo a votar, obviamente: Ainda que não seja mais que para parar a direita).

Creio que em Andalucia não vai ganhar a direita, vai perder a esquerda, ela soínha. Nova: Juanma Moreno rozaría la mayoría absoluta en las andaluzas y podría gobernar en solitario

E já não colam montagens de última hora “aparentando”unidade Nova Las izquierdas se unen en la campaña de Por Andalucía para remendar sus heridas.
Lamentavelmente muitos eleitores não perdoam esses erros. É necessária umha nova cultura política da esquerda.

Umha cultura que passa por “sumar”, efectivamente. Mas em serio.

Nota: Como é sabido ganhou a direita.

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